Banco Mundial revisa para baixo previsão de crescimento econômico do Brasil em 2019

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O Banco Mundial revisou na terça-feira (4) a previsão para o crescimento econômico do Brasil em 2019. Em vez dos 2,2% estimados em janeiro, a economia do país deve crescer 1,5%. E, para 2020, está prevista expansão de 2,5%. Os novos dados são do estudo Perspectivas Econômicas Globais, ou GEP, na sigla em inglês.

O relatório explica que, embora o acesso ao crédito esteja um pouco mais fácil, outros indicadores de atividade econômica no Brasil permanecem lentos. Os números do Brasil terão impacto no desempenho da América Latina e do Caribe, cujo crescimento deverá ser de 1,7% em 2019 e 2,5% em 2020.

 

O Banco Mundial revisou na terça-feira (4) a previsão para o crescimento econômico do Brasil em 2019. Em vez dos 2,2% estimados em janeiro, a economia do país deve crescer 1,5%. E, para 2020, está prevista expansão de 2,5%. Os novos dados são do estudo Perspectivas Econômicas Globais, ou GEP, na sigla em inglês.

O relatório explica que, embora o acesso ao crédito esteja um pouco mais fácil, outros indicadores de atividade econômica no Brasil permanecem lentos. Os números do Brasil terão impacto no desempenho da América Latina e do Caribe, cujo crescimento deverá ser de 1,7% em 2019 e 2,5% em 2020.

Globalmente, as perspectivas são de crescimento tímido: 2,6% em 2019 e 2,7% em 2020.

Entre os atuais riscos, estão o aumento das barreiras comerciais, novas tensões financeiras e uma desaceleração maior do que a esperada em diversas economias. O relatório cita ainda problemas estruturais que desencorajam o investimento em todo o mundo.

O estudo alerta que, para alcançar o objetivo global de reduzir a extrema pobreza a menos de 3% até 2030, será necessário um crescimento econômico mais robusto. E discute algumas ideias para mudar esse cenário.

Para os países emergentes, como o Brasil, uma das recomendações é evitar os riscos associados ao superendividamento público. Além disso, realizar reformas para gerar um clima mais favorável aos negócios e, assim, estimular o investimento privado.

 

Fonte: ONU BR 

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