ODS7

[vc_row][vc_column width=”1/6″][vc_single_image image=”1331″ img_size=”full” alignment=”center”][/vc_column][vc_column width=”5/6″ css=”.vc_custom_1443604829571{padding-left: 77px !important;}” offset=”vc_hidden-sm vc_hidden-xs”][vc_column_text]7.1 até 2030, assegurar o acesso universal, confiável, moderno e a preços acessíveis a serviços de energia

7.2 aumentar substancialmente a participação de energias renováveis na matriz energética global, até 2030

7.3 dobrar a taxa global de melhoria da eficiência energética até 2030

7.a até 2030, reforçar a cooperação internacional para facilitar o acesso a pesquisa e tecnologias de energia limpa, incluindo energias renováveis, eficiência energética e tecnologias de combustíveis fósseis avançadas e mais limpas, e promover o investimento em infraestrutura de energia e em tecnologias de energia limpa

7.b até 2030, expandir a infraestrutura e modernizar a tecnologia para o fornecimento de serviços de energia modernos e sustentáveis para todos nos países em desenvolvimento, particularmente nos países menos desenvolvidos e SIDS

 

Do que trata o ODS 7

O ODS 7 trata do acesso às diferentes fontes de energia, principalmente às renováveis, eficientes e não poluentes. A preocupação mundial com a energia segura e com a preservação ambiental culminou, em 2002, com a criação da unidade de Energia da Organização das Nações Unidas (ONU) voltada para a temática.

Trata-se de um ODS que interliga diferentes níveis de poder: a energia é fundamental para a vida cotidiana, mas também para a produção industrial global. Com isso, os interessados no assunto são muitos e variados: vão desde as famílias que moram no campo, passando pelos municípios urbanos, chegando a Estados nacionais.

A energia é um campo de disputa internacional, principalmente quanto ao uso de fontes renováveis e não poluentes, que tem reflexo direto na economia.

O que já vem sendo feito

No Brasil, segundo a Constituição Federal de 1988, compete à União legislar sobre o tema da energia. Nesse contexto, a responsabilidade de realizar estudos e pesquisas sobre a matriz energética brasileira, elaborar e publicar balanços energéticos e identificar recursos é da Empresa de Pesquisa Energética (EPE), entidade criada em 2004.

A EPE já tem em seu site um termo de referência para o Plano Nacional de Energia – 2050. O planejamento do setor precisa ser feito com antecedência, uma vez que os empreendimentos para oferta de energia costumam exigir altos investimentos – sejam eles financeiros, de pesquisa ou de negociação política entre entes da federação e a sociedade civil.

O país também tem em vigor o Plano Nacional de Energia – 2023, que prevê ampliação da capacidade energética brasileira.

Outro órgão voltado para a temática é o Conselho Nacional de Política Energética, que assessora a Presidência da República e regula e autoriza o abastecimento nacional de combustíveis, fiscalizando diretamente ou por convênios com outros órgãos da União, de Estados, do Distrito Federal ou de municípios.

O aspecto social da exclusão energética é tema do Programa Nacional de Universalização do Acesso e Uso da Energia Elétrica – “Luz para Todos”, coordenado pelo Ministério de Minas e Energia. O alvo do programa são populações do meio rural que não têm acesso ao serviço público

Já o uso eficiente é foco do Programa Nacional de Conservação de Energia Elétrica (Procel), que busca combater o desperdício e reduzir os custos de produção. A iniciativa foi criada pelo governo federal em 1985, é executada pela Eletrobras, com recursos da empresa, da Reserva Global de Reversão (RGR) e de entidades internacionais.

 

Nos municípios

O Programa Luz Para Todos possui um Comitê Gestor Nacional de Universalização e Comitês Gestores Estaduais, que devem exercer a gestão compartilhada do Programa. Assim, um dos papeis dos governos locais é a participação nestes comitês.

No nível municipal, a principal atribuição é a de informar e conscientizar a população, de modo geral, para a necessidade do uso racional de energia. Para tanto, podem ser realizadas campanhas, que podem ocorrer na educação básica, mas também em outros pontos de contato da população com a prefeitura, como o sistema de saúde.

Além disso, para os municípios com moradores de áreas rurais ainda sem energia elétrica, é fundamental informar sobre como acessar o Programa Luz para Todos.

 

Para saber mais

Empresa de Pesquisa Energética (EPE)

Plano Nacional de Energia – 2023

Programa Luz para Todos

Programa Nacional de Conservação de Energia Elétrica (Procel)[/vc_column_text][/vc_column][/vc_row][vc_row][vc_column][vc_column_text]

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